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Comunidades tradicionais (rurais)

12 de Janeiro de 2009, 22:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Vale do Itamboatá e áreas rurais da RMS são caso de estudo em pesquisa financiada pelo Conselho de Pesquisa da União Europeia

Em janeiro de 2017, a Fundação Terra Mirim colaborou no projeto de pesquisa GLOBAL-RURAL liderado pela Aberystwyth University do Reino Unido. A pesquisa GLOBAL-RURAL investiga como a vida nas áreas rurais foi alterada por conexões com a economia global e a sociedade global. O projeto quer entender como a globalização transformou e impactou as comunidades tradicionais rurais e como essas comunidades reagiram a tais dinâmicas globais. O projeto também explora como questões globais como segurança alimentar e abastecimento de água são abordadas em nível local.

 

O projeto é financiado pelo Conselho Europeu de Pesquisa e desenvolvido em mais de 10 países em todo o mundo, como Brasil, China, Austrália, Canadá, Reino Unido, Itália, Libéria, África do Sul, Irlanda, Suécia, Nova Zelândia e Taiwan. O estudo GLOBAL-RURAL está sendo desenvolvido pelo professor Michael Woods e, no Brasil, é realizado pela Dra. Francesca Fois da Universidade de Aberystwyth, da Grã-Bretanha, e assistentes de pesquisa da Fundação Comunitária de Terra Mirim, Daniela Sampaio (Dahvi) e Maria Izabel Nunes (Minah).


O projeto inicialmente se concentrou no estudo do Vale do Itamboatá localizado no município de Simões Filho, mas a escala se estendeu à Região Metropolitana de Salvador (RMS), pois é essencial explorar o papel de Salvador, dos Centros Industriais de Aratú e de Camaçari para compreender a dinâmica rural do Itamboatá.


Nesse contexto, o projeto tem três principais questões de pesquisa:

1. Como o desenvolvimento das áreas rurais da Região Metropolitana tem sido moldado pela economia global?

2. Como as comunidades tradicionais rurais lidam com questões de segurança alimentar e como os municípios e o governo apoiam esses programas?

3. Como são abordadas as questões de abastecimento de água e saneamento nas áreas rurais?

A pesquisa está utilizando entrevistas semi-estruturadas e em janeiro a equipe entrevistou mais de 40 pessoas da RMS. Representantes governamentais locais de Simões Filho e Camaçari, instituições do Estado da Bahia como Inema, Embasa e Cerb, Sudic para o desenvolvimento industrial e, também, o Colegiado Territorial Metropolitano de Salvador. Além disso, residentes e líderes de comunidades rurais tradicionais de Terra Mirim, Dandá, Oitero, Palmares, Mapele, Guerrero, Goes Calmon e colaboradores de diferentes organizações da sociedade civil (CPP, AATR, SASOP, IDEAS, AATR, GAMBA, FIBRAS) e universidades.


Outras entrevistas serão conduzidas no final de março com a COFIC, FIEB, APA, INCRA, Bahia Norte e algumas outras comunidades serão visitadas (Mapele, Ilha de Maré, Leandrino, Covel) para finalizar a coleta de dados.

 

É cedo para comunicar os resultados da pesquisa, já que uma análise qualitativa é necessária; Entretanto, as primeiras impressões são de que, até o momento, as áreas rurais do Vale do Itamboatá não foram alvo de programas específicos de desenvolvimento do município de Simões Filho. O foco tem sido dado para apoiar a expansão dos centros industriais, a entrada do capital global e o avanço das áreas urbanas, enquanto as necessidades dessas comunidades rurais não são abordadas. Estas são algumas descobertas iniciais gerais; No entanto, mais dados serão coletados em março e uma análise mais detalhada é necessária para continuar a apresentar a dinâmica rural do MRS.

 


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